O FIM ESTÁ PRÓXIMO...
Envio de divisão especial dos EUA à Europa Oriental é um grito de guerra'
A transferência da Terceira Brigada Blindada da Quarta Divisão de Infantaria do Exército dos EUA para Europa Oriental é uma clara demonstração de força, segundo o jornal alemão Merkur.
De acordo com a edição, "mais de 100 mil toneladas de equipamento militar estão esperando seu envio, só o custo de munições atinge centenas de milhões de dólares". O Merkur escreve que o atual presidente norte-americano Barack Obama faz isso "deliberadamente". EUA: Desenvolvimento de sistema de mísseis russo 'desestabiliza' a Europa "O Iraque e o Afeganistão são exemplos típicos, mas quanto aos Países Bálticos e à Bulgária?", destaca o jornal. Ao mesmo tempo, a edição alemã assinala que o poderio de combate da 3ª Brigada ultrapassa as capacidades dos exércitos de vários países da Europa Oriental. "Estamos levando somente as melhores armas", ressalta Merkur citando um oficial dos EUA. "A missão é controversa.
O aumento da corrida armamentista e o deslocamento de forças da OTAN foram condenados em junho pelo ministro das Relações Exteriores alemão Frank-Walter Steinmeier, que os qualificou de 'gritos de guerra e ato de brandir as armas'", escreve o jornal. No início de novembro, o site das Forças Armadas dos EUA informou em comunicado que 6 mil militares, tanques e outro material bélico serão enviados à Europa Oriental no âmbito do reforço da presença militar norte-americana na região. Esses planos fazem parte da nova onda de expansão das forças dos EUA e dos integrantes da OTAN nos Países Bálticos e na Europa Oriental.
fonte: https://br.sputniknews.com/europa/201612147164245-envio-divisao-eua-europa-oriental/
Aparecido Sanches
Servo de Jesus Cristo
quarta-feira, 14 de dezembro de 2016
TODO NOS MOSTRA QUE JESUS ESTÁ VOLTANDO!!!
Almirante americano: EUA estão prontos para enfrentar
Pequim no mar do Sul da China
Os EUA estão prontos para enfrentar Pequim no mar do Sul da China, se este país continuar as suas "exigências marítimas ilegais", informou a Reuters citando o comandante da Frota do Pacífico dos EUA, almirante Harry Harris.
Por que a China aumenta sua influência na Síria? Segundo Harris, os EUA não permitirão que qualquer país limite de modo unilateral outros países no mar do Sul da China, mesmo que construa bases ali. ''Cooperaremos onde for possível, mas estaremos prontos para nos opormos caso seja necessário'', disse o almirante. Tais declarações arriscam agravar as tensões nas relações entre os EUA e a China, especialmente no contexto de conversa telefônica entre o presidente eleito dos EUA Donald Trump e a presidente de Taiwan, depois da qual Pequim expressou um protesto, destacou a Reuters. A China e alguns países vizinhos – Japão, Vietnã e Filipinas – têm divergências quanto às fronteiras marítimas e zonas de responsabilidade nos mares Sul da China e Leste da China.
Jornal chinês: Pequim pode prestar apoio militar aos inimigos dos EUA Os EUA acusam regularmente a China de militarização do mar do Sul da China. Pequim chama estas acusações de infundadas. Washington não considera os territórios disputados como chineses e insiste em direito de ''voar, navegar e agir em todo o lado que permite o direito internacional''. Ambas as partes realizam demonstrações da sua presença militar na região de forma regular. Pequim pensa que países como as Filipinas e o Vietnã usam intencionalmente o apoio norte-americano para escalar as tensões na região e apela a Washington para desistir de se envolver em disputas territoriais.
Fonte: https://br.sputniknews.com/asia_oceania/201612147160917-eua-prontos-enfrentar-china/
Almirante americano: EUA estão prontos para enfrentar
Pequim no mar do Sul da China
Os EUA estão prontos para enfrentar Pequim no mar do Sul da China, se este país continuar as suas "exigências marítimas ilegais", informou a Reuters citando o comandante da Frota do Pacífico dos EUA, almirante Harry Harris.
Por que a China aumenta sua influência na Síria? Segundo Harris, os EUA não permitirão que qualquer país limite de modo unilateral outros países no mar do Sul da China, mesmo que construa bases ali. ''Cooperaremos onde for possível, mas estaremos prontos para nos opormos caso seja necessário'', disse o almirante. Tais declarações arriscam agravar as tensões nas relações entre os EUA e a China, especialmente no contexto de conversa telefônica entre o presidente eleito dos EUA Donald Trump e a presidente de Taiwan, depois da qual Pequim expressou um protesto, destacou a Reuters. A China e alguns países vizinhos – Japão, Vietnã e Filipinas – têm divergências quanto às fronteiras marítimas e zonas de responsabilidade nos mares Sul da China e Leste da China.
Jornal chinês: Pequim pode prestar apoio militar aos inimigos dos EUA Os EUA acusam regularmente a China de militarização do mar do Sul da China. Pequim chama estas acusações de infundadas. Washington não considera os territórios disputados como chineses e insiste em direito de ''voar, navegar e agir em todo o lado que permite o direito internacional''. Ambas as partes realizam demonstrações da sua presença militar na região de forma regular. Pequim pensa que países como as Filipinas e o Vietnã usam intencionalmente o apoio norte-americano para escalar as tensões na região e apela a Washington para desistir de se envolver em disputas territoriais.
Fonte: https://br.sputniknews.com/asia_oceania/201612147160917-eua-prontos-enfrentar-china/
quinta-feira, 8 de dezembro de 2016
Aumento do orçamento militar da OTAN
levará à Guerra Fria', diz Grushko
O representante permanente da Rússia na OTAN, Aleksandr Grushko, afirmou nesta quinta-feira (8) que o aumento do orçamento militar dos países da OTAN para 2% do PIB é um "sério fator" para a Rússia.
Segundo ele, o aumento dos gastos militares dos países da Aliança do Norte levará a uma confrontação militar dos tempos da Guerra Fria. © SPUTNIK/ ALEKSEI VITVITSKY OTAN disposta a reforçar sua presença militar na Europa Oriental "Obviamente, o fator Trump jogou à favor daqueles que se apoiam a implementação incondicional das decisões das cúpulas de Varsóvia e País de Gales sobre o aumento dos gastos militares para 2% do PIB", disse Grusho em entrevista à TV russa. O diplomata destacou que "
Segundo ele, o aumento dos gastos militares dos países da Aliança do Norte levará a uma confrontação militar dos tempos da Guerra Fria. © SPUTNIK/ ALEKSEI VITVITSKY OTAN disposta a reforçar sua presença militar na Europa Oriental "Obviamente, o fator Trump jogou à favor daqueles que se apoiam a implementação incondicional das decisões das cúpulas de Varsóvia e País de Gales sobre o aumento dos gastos militares para 2% do PIB", disse Grusho em entrevista à TV russa. O diplomata destacou que "
o aumento nos orçamentos dos países europeus a este l
imite representará um total de mais de 100 bilhões de dólares, que é superior ao orçamento militar da Federação Russa". Ele lembrou que, de acordo com os padrões da OTAN, pelo menos 20% dos gastos de defesa devem ser direcionados para a compra de armas. "Por isso, se esta decisão for implementada […] é claro, será mais um fator que vai piorar a situação na Europa, e levar à confrontação militar dos tempos da Guerra Gria", acrescentou Grushko.
Fonte: https://br.sputniknews.com/mundo/201612087104704-aumento-rocamento-militar-otan-guerra-fria/
Fonte: https://br.sputniknews.com/mundo/201612087104704-aumento-rocamento-militar-otan-guerra-fria/
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